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TST 2026: Kings League terá quatro representantes em busca do prêmio milionário

Escrito por:

Pedro Rogel

O futebol 7 segue crescendo no cenário internacional e, em 2026, um dos principais eventos da modalidade volta a chamar atenção: o TST (The Soccer Tournament). A competição será realizada entre os dias 27 de maio e 1º de junho, na cidade de Cary, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

O torneio chama atenção não apenas pelo nível técnico das equipes participantes, mas principalmente pela premiação oferecida: 1 milhão de dólares, valor equivalente a cerca de 5 milhões de reais, destinado ao grande campeão. O formato “winner takes all” (o vencedor leva tudo) aumenta a pressão e transforma cada partida em uma verdadeira decisão, elevando ainda mais o peso de cada confronto.

Com grande repercussão nas redes sociais e transmissão internacional, o TST vem se consolidando como uma das competições mais relevantes do futebol 7 no mundo, reunindo clubes tradicionais, equipes montadas exclusivamente para o torneio e atletas reconhecidos na modalidade.

Formato do Torneio e partidas rápidas

O TST é disputado no formato 7 contra 7, com ritmo acelerado e jogos que têm em média uma hora de duração. A proposta da organização é garantir intensidade máxima, evitando partidas travadas e favorecendo o espetáculo, o que aumenta o volume de chances e mantém o público atento do início ao fim.

O torneio é dividido em 12 grupos de quatro equipes, os dois melhores de cada grupo, mais os oito melhores terceiros colocados avançam para a fase mata-mata, ou seja, qualquer deslize pode resultar em eliminação imediata. Com isso, o torneio tende a apresentar partidas abertas e com alto nível de tensão, principalmente nas fases decisivas.

A competição também terá disputas nas categorias feminina e mista, ampliando o alcance do evento e reforçando a proposta de inclusão. A iniciativa coloca diferentes formatos em evidência e fortalece o crescimento do futebol 7 em diversos cenários.

Regra do Target Score Time

Um dos grandes diferenciais do TST é a regra do Target Score Time, considerada a marca registrada do torneio. O funcionamento é simples: quando o tempo regulamentar se encerra, o relógio é desligado e é definida uma meta de gols (target score) com base no placar atual. A partir desse momento, vence a equipe que atingir primeiro a pontuação determinada.

Na prática, a regra impede que jogos terminem sem emoção e garante que toda partida seja decidida com um gol. A dinâmica lembra o “Match Ball” utilizado na Kings League, o que pode facilitar a adaptação das equipes ligadas ao projeto.

Diferenças entre o TST e a Kings League

A Kings League, se destaca por ser um produto mais voltado ao entretenimento, com temporadas regulares, grande presença de influenciadores e regras que adicionam elementos imprevisíveis ao jogo, como cartas especiais e cobranças alternativas. Esse modelo transforma as partidas em um espetáculo mais interativo, com mudanças rápidas de cenário e participação ativa do público.

Já o TST segue um caminho diferente. A competição adota um formato mais tradicional de torneio eliminatório, em que o foco está na performance esportiva e na disputa direta pelo prêmio milionário. Mesmo com a presença do Target Score Time, o campeonato não aposta em tantas intervenções externas, mantendo uma dinâmica mais próxima do futebol convencional e valorizando o desempenho coletivo dentro de campo.

Kings League terá quatro representantes na competição

A Kings League será uma das ligas mais presentes no torneio, com quatro representantes confirmados, reforçando a expansão do projeto no cenário internacional do futebol 7. A participação das equipes também evidencia a aproximação entre competições do mesmo segmento, criando um intercâmbio que fortalece o crescimento da modalidade.

Esse tipo de integração é visto como um movimento positivo para o esporte, já que amplia a visibilidade do futebol 7, aumenta o nível competitivo e beneficia tanto o TST quanto a Kings League, que passam a compartilhar público, atletas e relevância no cenário global.

Divulgação: Instagram/tst7v7

Furia FC e Podpah Funkbol Club representam o Brasil

O Brasil terá dois representantes ligados à Kings League: Furia FC e Podpah Funkbol Club. As equipes chegam ao torneio buscando fazer história e ampliar a presença brasileira em uma das maiores competições da modalidade.

Além do aspecto esportivo, a participação dos clubes brasileiros também chama atenção pelo forte engajamento nas redes sociais, característica que se conecta com o formato do TST, que mistura alto nível competitivo e entretenimento.

KRU representa a Kings League México

Outro nome confirmado é a KRU, equipe ligada à Kings League México. O clube chega como um dos representantes mais conhecidos da liga e reforça a internacionalização do projeto, que vem ganhando força em diferentes regiões.

Divulgação: Instagram/tst7v7

Kelvin Oliveira: campeão em 2023 e destaque brasileiro no torneio

Entre os nomes mais aguardados do TST 2026 está o brasileiro Kelvin Oliveira, considerado um dos jogadores mais decisivos do futebol 7 mundial. O atleta integrará o elenco do time All Stars da Kings League, equipe formada por jogadores de diferentes países e ligas.

Kelvin, porém, já tem história no torneio. Em 2023, ele foi campeão do TST defendendo o Newtown Pride FC, em uma conquista que marcou sua trajetória no futebol society. O brasileiro também ficou lembrado por marcar o gol do título, sendo decisivo na final e se consolidando como um dos principais nomes da competição.

A conquista representou um marco importante em sua carreira, impulsionando sua projeção internacional e reforçando sua reputação como atleta decisivo em partidas eliminatórias. Agora, Kelvin retorna ao TST tentando repetir o feito e novamente brigar pelo prêmio de 1 milhão de dólares.

All Stars contará com elenco internacional

Além de K9 (G3X) , o elenco do time All Stars contará com Amar Cekic (Rules FC) , Alessandro Di Dio (TRM) , Victor Vidal (Ultimate Mostoles), Théo Chendri (Wolf Pack FC), Antônio Monterde (Persas FC) e Nadir Louah (Porcinos FC) , além do brasileiro Andreas Vaz (G3X), formando um grupo com experiência e talento internacional.

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