O que era expectativa agora é anúncio oficial. O Podpah Funkbol Clube está criado. A união entre o Grupo Podpah e o Funkbol consolida um movimento que não mira apenas a disputa da Kings League Brasil, mas a construção de um projeto cultural de escala nacional.
A presidência passa a ser compartilhada por Igão, MC Hariel e Michel Elias. Konrad Dantas, que esteve à frente do projeto anteriormente e é sócio da Kondzilla, segue contribuindo estrategicamente nos bastidores, utilizando sua experiência e articulação no mercado para fortalecer a nova fase do clube.
Mas essa não é apenas uma mudança institucional. É uma redefinição de posicionamento.
A entrada do Grupo Podpah vai além de participação societária. Segundo Victor Assis, CEO do grupo, ter um time próprio na Kings League Brasil representa um passo de enorme significado dentro do ecossistema cultural que o Podpah vem construindo ao longo dos anos. Ele define o momento como a materialização de um sonho coletivo — algo que dialoga diretamente com uma comunidade que já se identifica tanto com o Podpah quanto com Hariel.
A leitura estratégica é clara: não se trata apenas de entrar na liga, mas de expandir o alcance cultural de uma marca que nasceu como podcast e hoje transita entre música, esporte, entretenimento e influência.
Do lado do Funkbol, Gabriel Lima, sócio da MField e fundador do clube, reforça que as duas marcas possuem DNA semelhante. A proposta, segundo ele, é transformar o Funkbol em algo maior do que um time — ampliar a plataforma cultural que já existia e convertê-la em um movimento estruturado. A chegada do Podpah, com seu ecossistema robusto de conteúdo e credibilidade, surge como catalisador desse crescimento.
MC Hariel destacou a felicidade com a união e apontou para o fortalecimento da representatividade das comunidades envolvidas. Para ele, o projeto transcende o futebol: é sobre identidade, sobre dar voz a milhões de jovens que se enxergam nessa trajetória.
Se no futebol tradicional já vimos grupos de mídia assumindo protagonismo institucional em clubes, aqui o movimento ganha contornos próprios. O Podpah não entra apenas como investidor, e sim como: linguagem, comunidade e narrativa ativa.







