A noite ganhou contornos inesperados para os torcedores do Funkbol. Pelas redes sociais do clube, foi confirmada a saída de KondZilla da presidência da equipe, encerrando um ciclo que ajudou a consolidar o projeto como um dos mais midiáticos e populares da Kings League Brasil.
A despedida acontece de maneira considerada repentina, principalmente pelo peso que KondZilla carregava dentro e fora das quatro linhas. Dono de um dos maiores canais de música do mundo e referência no funk nacional, ele trouxe ao Funkbol muito mais do que visibilidade: agregou identidade, linguagem e conexão direta com a cultura das periferias — essência que sempre foi a base do clube.
Durante sua gestão, o Funkbol não se destacou apenas pelos resultados esportivos, mas pelo posicionamento estratégico. A presença digital forte, a aproximação com artistas e influenciadores e o diálogo com o público jovem ajudaram a transformar o clube em uma marca potente dentro do ecossistema da liga.
A saída abre espaço para uma nova fase. Um novo presidente será anunciado na próxima quarta-feira, mas o foco agora é entender o impacto dessa despedida. A troca de liderança levanta questionamentos sobre continuidade, manutenção da identidade e os próximos passos do projeto dentro da competição.
Independentemente do que vem pela frente, o legado de KondZilla fica marcado como um dos pilares da construção do Funkbol na Kings League. Sua passagem ajudou a estruturar o clube como potência midiática e cultural — algo que vai além do campo e que dificilmente será apagado.







